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Filmes

Há lugar para a infância no mundo em que vivemos?


Plano de Aula do Filme A Invenção da Infância | Documentário | De Liliana Sulzbach | 2000 | 26 min | RS


Criança feliz, feliz a cantar, Alegre a embalar seu sonho infantil... Assim começava uma canção célebre, clássico de outrora, a nos dar clareza sobre o sonho da infância. Sonho este que passa por brincadeiras, amizades, família, escola, esporte, lazer... Mas como vivem as crianças hoje em dia? A elas é permitido ser criança? A elas é permitida a infância? Ou estão sendo instadas ao mundo adulto de forma precoce? Há crianças pobres, a trabalhar em olarias, no corte da cana, em carvoarias... Há crianças cujas famílias têm meios e possibilidades que têm agenda parecida com a de adulto, com tantos compromissos... Há lugar para a infância no mundo em que vivemos?




Objetivos
Despertar as crianças, os professores e os pais quanto aos rumos da infância neste século XXI. Colocar em pauta esta discussão, ou seja, chamando a atenção e, ao mesmo tempo, tornando todos responsáveis pela criação de ações, leis, práticas e recursos variados em prol da valorização da criança, em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente, evitando que as etapas formativas estudadas e previstas por especialistas como Piaget sejam suplantadas, esquecidas, desprezadas...

Situação Didática
Inicie um trabalho em sala de aula com o Estatuto da Criança e do Adolescente. Traga a tona cada um dos tópicos ali levantados. Faça pesquisas juntamente aos alunos quanto a realidade deles e de amigos, colegas, vizinhos... Elaborem questionários, busquem dados para tabular, tentem traçar um perfil da infância entre eles e seus conhecidos. Amplie a discussão apresentando a seguir o filme A Invenção da Infância. Envolva outros professores e também a direção, a comunidade, trazendo os pais a escola para ver os resultados, o filme, discutir o Estatuto, falar sobre a infância em outros tempos, lutar pelos direitos das crianças e adolescentes!

Comentários
Fui criança num tempo em que era possível subir em árvores, jogar bola na rua até mais tarde, conhecer muita gente, fazer amigos... Fui adolescente que curtiu a escola e todos os colegas que por lá encontrei, que praticou esportes, foi a praia, ia ao cinema... Tinha compromissos, assumia cada um deles, mas que nunca abdicou da alegria e dos direitos de ser criança ou adolescente. Agradeço todos os dias a meus pais que me permitiram isso. Quero que todas as crianças e adolescentes de hoje tenham a mesma felicidade, inclusive meus filhos!