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A pessoa é para o que nasce

Filme Utilizado A Pessoa é Para o que Nasce | Documentário | De Roberto Berliner | 1998 | 6 min | RJ



Data da Experiência:26/10/2008

Disciplina(s): Língua Portuguesa

Nível de ensino da turma*: Ensino Médio

Faixa etária da turma*: de 14 a 18 anos

Nº de alunos que assitiram esta sessão:46

Autor do relato:Maria Célia Matias

Instituição:SIMÃO ANGELO ESC DE ENS FUND E MÉDIO
| CE | PENAFORTE
| Estadual
Objetivos do uso do filme
1-Refletir sobre a situação do deficiente visual.
2-Pesquisar o número de deficientes visuais em nossa cidade e entrevistá-los.
3-Conhecer o modo de sobrevivência destes deficientes em nossa cidade.
4-Observar a importância dos sonhos noturnos na vida do deficiente visual.
5-Identificar o grau de aceitação da cegueira nas pessoas que a possuem.
6-Identificar as habilidade que elas desenvolveram com os outros sentidos.

Sequência de atividades envolvendo o filme
1-Exploração das expectativas sobre o título a)Você acha que as pessoas nascem predestinadas? b)Você conhece alguém que tenha deficiência visual? c)Como ela sobrevive? d)Quem são as pessoas que a auxiliam? e)Ela possue marido (esposa)? f)Ela possue filhos? g)Ela é revoltada ou se adaptou com naturalidade à situação em que se encontra? 2-Exibição do filme a)O filme correspondeu a suas expectativas? De que forma? b)Este filme é ficção ou realidade? c)Se houvesse alguém com esta deficiência em sua casa, você teria paciência para cuidar dela? d)Pesquise em seu bairro o número de deficientes visuais e o modo de sobrevivência de cada um. e)Identifique a faixa etária dos deficientes e em qual idade é mais aceitável o problema visual. f)Identifique se a cequeira teve origem desde o nascimento ou foi adquirida. g)Que outras habilidades os deficientes visuais do seu bairro desenvolveram através dos outros órgãos do sentido?

Comente os resultados da experiência
Os alunos gostaram do trabalho, primeiro porque o filme retrata uma realidade também vivida por algumas pessoas da nossa pequena cidade, Penaforte; segundo porque as três irmãs paraibanas são muito espirituosas e deixam nesse curta uma lição de perseverança, pois a dificuldade visual e financeira das mesmas fez com que elas desenvolvessem a habilidade de cantar, mostrando que nem tudo é tristeza e escuridão. Outro ponto positivo desta atividade foi conhecer de perto a realidade dos cegos da cidade, cada um com seus problemas, porém, com sua lição de vida, suas experiências e o entusiasmo de estar participando do processo de aprendizagem dos alunos Na socialização dos trabalhos, uma aluna trouxe o avô (deficiente visual) para dar seu depoimento na sala de aula. Ele ficou cego depois dos 50 anos, conseqüência da diabete. Era um homem vaidoso, e trabalhava como motorista autônomo. Hoje encontra-se dependente dos filhos e sobrevive de uma pequena pensão.